Informações gerais para a Noite de Autógrafos [lembrando que a aquisição de um exemplar não será efetuado fisicamente no dia 11/Mai e sim previamente pelo link: http://bit.ly/wYwMM3]
Lessons Drafts - Pointer Adjustment Wireframes
Best Practices ... Com o propósito de alinhar a comunicação com meus alunos, seguem alguns materiais para referência e suporte. Para facilitar a visualização, disponibilizei os nomes das disciplinas em siglas: Estrutura de Dados [DS], Desenvolvimento de Software [SD], Laboratório de Programação II [LAB II], Projeto de Interface [ID] e Laboratório de Programação I [LAB I] . As demais siglas referem-se a outras disciplinas ministradas noutros períodos.
Sunday, April 29, 2012
Lançamento Oficial do Livro Tecnologia para Mortais Comuns em 11/Mai/12
Informações gerais para a Noite de Autógrafos [lembrando que a aquisição de um exemplar não será efetuado fisicamente no dia 11/Mai e sim previamente pelo link: http://bit.ly/wYwMM3]
Monday, January 16, 2012
LANÇAMENTO VIRTUAL DE LIVRO SOBRE TECNOLOGIA

O livro TECNOLOGIA PARA MORTAIS COMUNS, baseado em mais de quarenta artigos e posts deste endereço ao longo de seis anos de docência e vinte anos de experiência em gestão tecnológica; além de entrevistas com familiares, amigos, colegas e concorrentes, a fim de atender a real necessidade de informação digital das pessoas, estudando suas atribuladas vidas, onde realmente sentem dificuldades na adaptação frente ao dinamismo da tecnologia. A computação pessoal, a telefonia celular, a computação em tablet e a edição digital junto à todas as outras ações em prol da mobilidade veio pra ficar. Numa época em que as sociedades de todo o mundo tentam construir uma economia da era digital, precisamos nos inserir urgentemente e usufruir intensamente dos benefícios que temos direito. Que tal se esse processo for natural e bem humorado?
O livro foi escrito em 2011 e publicado em meados de 2012, portanto já está um bocado velho [risos]. Alguns aspectos técnicos e profissionais ainda se mantém. Outros, felizmente, mudaram bastante. Não tenho dúvidas que em alguns pontos fui superficial demais; e há outras que estão ultrapassados.
Na minha opinião, livros têm a mesma função das obras de arte: estimular a discussão e a reflexão. Não devem ser considerados fontes de saber ou beleza, mas elementos vivos que promovam dentro das cabeças das pessoas verdadeiras revoluções na forma de se pensar e encarar o mundo - essa, sim, uma belíssima e indiscutível habilidade humana.
Este livro pretende estimular a curiosidade e fazer com que você não aceite o que vê na web como definitivo, muito pelo contrário. Ele trata de inúmeros assuntos tecnológicos em geral. Não é um livro de técnicas, é um manual de questionamentos. Também tomei a liberdade de colocar aqui alguns artigos de que gostei muito e que acho importantes para ilustrar alguns conceitos; e um case do qual me orgulho muito ...
O resultado de tudo isso é um livro bem bacana, pelo menos na minha modesta opinião. Se este é seu primeiro contacto comigo, espero que se divirta. Para quem já me conhece, você pode bem ver, eu não mudei desde uma remota época. Mas minha voz e meus cabelos, quaaanta diferença ...
Assim como você tem muitas opções para usar a TI, tem também muitas opções para ler este livro. Não é necessário que comece na primeira página e continue até o final. Se sua intenção é começar do básico, desmistificando alguns conceitos, siglas, como conhecer os componentes de um PC e para aqueles que buscam dicas corporativas: escolher um que dê certo para a sua empresa, comece mesmo no início [risos]. Ou, se um assunto em especial chamar sua atenção (como construir um ótimo site, por exemplo), você pode pular para a frente.
Vale à pena checar hein:
Abraços e boa leitura.
Friday, November 18, 2011
10 tendências de aplicativos de negócios para tablets

Em simpósio na Austrália, analista do Gartner faz análise do mercado de mobilidade e identifica as principais tendências de aplicativos
Aplicações para tablets estão deixando de ser uma ferramenta de produtividade pessoal para, cada vez mais, ganhar o mundo corporativo, com aplicativos gerenciáveis e seguros que colaboram com iniciativas empresariais. Esta foi a afirmação de David Willis, vice-presidente e analista do Gartner, durante Gartner Symposium ITxpo 2011, realizado em Gold Coast, na Austrália.
Willis relembrou que as aplicações comerciais nas diversas lojas de aplicativos foram desenvolvidos com base em ferramentas de produtividade pessoal, os quais eram baratos e os usuários podiam testá-los livremente. Em comunicado, o VP afirmou que, hoje, os grandes fornecedores de softwares levam o tablet a sério. Para ele, na medida em que os tablets se tornam mais comuns, fornecedores de ERP, CRM, entre outras soluções, pensam em vender tablets com versões dos seus aplicativos.
Ainda segundo o Gartner, a média mundial de vendas de tablets para usuários finais será de 63,6 milhões de unidades em 2011, o que representa aumento de 261.4% em relação a 2010, quando foram comercializadas 17,6 milhões de unidades. O estudo também concluiu que as vendas vão continuar apresentando forte crescimento, podendo alcançar a marca de 326,3 milhões de unidades até 2015. Willis prevê que, em 2016, mais de 900 milhões de tablets estarão nas mãos dos usuários. Com o aumento das vendas, os consumidores tendem a levá-los ao local de trabalho e usá-los em suas tarefas. Este movimento, muitas vezes, é liderado pelos próprios executivos que preferem usar tablets para distribuição de material em reuniões de diretoria, por exemplo. Porém, outras áreas como vendas, marketing e saúde usam essas ferramentas no seu dia a dia.
As vendas de tablets e smathphones vai serão 44% maior do que o mercado de PCs em 2011, segundo previsões do Gartner. Até o fim de 2014, a base instalada de dispositivos baseados em sistemas como iOS, Android e Windows 8 deverá exceder o total de todos os sistemas pensados em PC.
Segundo dados do Gartner, as 10 principais categorias de aplicações de negócio para dispositivos móveis são:
1. Automação do sistema de vendas para efeito de garantia aos consumidores, apresentação de vendas e sistemas de encomenda
2. Inteligência de negócio: aplicação analítica e de desempenho com painéis de gerenciamento
3. E-mails contentores para separar mensagens corporativas dos ambientes de e-mail pessoal
4. Aplicativos de colaboração para reuniões
5. Utilitários para compartilhamento de documentos e distribuição de documentos
6. Aplicações corporativas gerais e aplicações governamentais para CRM, ERP, SCM e mensagens
7. Sistemas de suporte hospitalar para médicos, enfermeiros e fisioterapeutas
8. Agentes de hospedagem de desktop virtual para oferecer seguro de operações remotas de aplicações em desktops tradicionais e outros ambientes
9. Aplicativos de rede social com inteligência de negócio
10. Livros de bordo para assegurar documentos e relatórios de distribuição
Willis avalia que existem ‘progressos rápidos’ altamente visíveis para tablets, tais como livros de bordo e automação de venda, os quais os CIOs podem usar para abrir novos caminhos. Ele frisa, no entanto, que nem todos os aplicativos para tablets são criados iguais do ponto de vista empresarial, neste caso, as empresas devem avaliar as funcionalidades e processos de integração de negócios e de sistemas, arquitetura de segurança, entre outros.
Monday, October 24, 2011
Peça que critica Steve Jobs mantém estréia

A estreia de um monólogo em tom crítico sobre a figura e a influência do fundador da Apple, Steve Jobs, num teatro de Nova York, foi confirmada para o dia 17 de outubro, mesmo após a morte do criador do iPod.
Antes disso, porém, o espetáculo Agonia e Êxtase de Steve Jobs terá uma pré-estreia na próxima terça-feira. A peça será encenada no The Public Theater. O monólogo é “um relato hilário e angustiante, cheio de beleza, luxúria e orgulho” sobre Jobs, a paixão do público pelos dispositivos que criava e o custo humano de produzi-los, disse o único intérprete da obra, Mike Daisey.
O ator explicou que o espetáculo conta como o criador da Apple e suas obsessões influíram na vida das pessoas. Daisey chegou a ir à China para investigar as condições das fábricas nas quais milhares de pessoas trabalham para produzir aparelhos como iPod, iPhone e iPad.
O protagonista afirmou que o espetáculo é uma oportunidade para se conhecer o lado escuro da relação entre Jobs, seus produtos, os consumidores e o mercado de trabalho na China. “A morte dele afetou muitos de nós de forma muito íntima ” disse Daisey. Já o diretor artístico da obra, Oskar Eustakis, lembrou que o fundador da Apple “teve um impacto enorme sobre nossas vidas”.
“Chegou a hora de contemplar esse mundo, seus valores e costumes, e decidir que partes de seu legado devemos conservar e quais rejeitar”, disse Eustakis.
Wednesday, September 28, 2011
Tablets: para onde eles vão nos levar?

Enquanto as empresas e gestores de TI tentam encontrar uma brecha para a mobilidade nas suas políticas de segurança, o seu usuário já descobriu sua necessidade pelo consumo de informações
Já não é mais novidade que eles chegaram para ficar. Nos últimos meses, uma explosão de notícias sobre o produto só confirmou aquilo que todos desconfiavam: o mercado de tablets não é apenas promissor, mas está crescendo de maneira exponencial. O mundo aderiu e se adaptou tão rapidamente a este novo conceito de produto, que não teve tempo para questionar as mudanças que ele traria, e muito menos se preparar para uma transição. Bem vindo à Era Virtual.
E a Era Virtual não se caracteriza apenas pelo surgimento de novos equipamentos, mas também representa um mundo cada vez mais móvel, mais conectado e faminto pelo consumo de informações. As mudanças da indústria da computação, cada vez mais evidentes, são reflexo de uma geração que nasceu, cresceu e convive com a tecnologia.
A tecnologia da era virtual é movida pelas necessidades dessa geração de jovens, que irá mesclar, cada vez mais, sua vida pessoal e profissional por meio do acesso incondicional de dados e informações de qualquer lugar, a qualquer hora e de qualquer equipamento.Alguns especialistas acreditam que até 2021 teremos mais de 10 bilhões de equipamentos móveis espalhados pelo mundo – é o futuro da mobilidade cada vez mais próximo. Avançamos nesse cenário com o crescimento surpreendente das mídias sociais. De acordo com uma pesquisa publicada pela Nielsen, os usuários em todo o mundo passam cerca de 22% do seu tempo em mídias sociais e blogs, 66% mais tempo do que tínhamos há um ano. Só nos Estados Unidos, os usuários do Facebook gastam 29% do seu tempo livre no site. Hoje, opiniões e comentários postados na web já influenciam de 20% a 50% das decisões de compra de um usuário.
Todas essas transformações, o surgimento de novos equipamentos, a conectividade, a mobilidade e o desejo pelo consumo de informações nos guiarão até a plenitude da Era Virtual: a experiência unificada do usuário. E este é mais um paradigma na história da tecnologia que vamos encarar de frente nos próximos anos.
Após uma pesquisa com algumas empresas, o Gartner apontou que 33% dos colaboradores usavam seus equipamentos pessoais durante o expediente para acessar redes sociais como o Facebook. Hoje 56% das empresas ainda proibem o acesso de seus colaboradores a sites que não sejam inerentes ao negócio e 63% proibem o armazenamento de dados pessoais nos equipamentos corporativos. Enquanto as empresas e gestores de TI tentam encontrar uma brecha para a mobilidade nas suas políticas de segurança, o seu usuário já descobriu sua necessidade pelo consumo de informações, já comprou seu tablet em uma das viagens de negócios que fez no último mês e já constatou que sua produtividade aumentou cerca de 30%. E mesmo sem ter encontrado a brecha para a mobilidade, empresas e gestores de TI se desdobram, neste exato momento, para oferecer a este usuário uma experiência unificada.
Os tablets apenas impulsionaram uma corrida pela adequação. Usuários e empresas buscam respostas, alternativas e soluções para se adaptar a realidade dessa nova era. A invasão dos tablets pessoais nas empresas apenas disparou o sinal vermelho, alertando gestores que mudanças precisam acontecer e o mais breve possível. É preciso saber como gerenciar estes equipamentos, como ativá-los, como controlar o acesso, como suportar eventuais problemas, como garantir segurança aos dados, como adaptar a infraestrutura para um sistema operacional novo, como integrá-lo aos sistemas e aplicativos já existentes, como controlar os custos com conectividade e como implementar uma solução viável.
Segundo o Gartner, até 2013, mais de 80% das empresas terão que suportar uma força de vendas que utilizará tablets e, até 2014, mais de mil empresas, hoje listadas na Fortune, irão falhar na implementação de uma estratégia de mobilidade clara e eficiente, investindo mais do que o necessário.
O tema do TCC da minha esposa será: “A Educação e a Tecnologia”. Num estudo superficial checamos quantos aplicativos já estão focados para atender essa demanda. Realmente, nesse sentido, o tablet auxiliará de forma acentuada. Um forte abraço a todos
Friday, August 12, 2011
Por que a sua empresa precisa de uma política de rede social?
A criação de regras pode ser a chave para encontrar o equilíbrio entre bloquear a rede social completamente ou liberar o acesso aos funcionários
A rede social tem sido amplamente adotada por todos os tipos de organizações para aumentar habilidades de colaboração e reconhecimento da marca, bem como para reduzir os custos. O que não tem sido amplamente desenvolvido é a política necessária em torno do uso das redes sociais no local de trabalho.
“Não tenho ouvido sobre isso, disse Heinan Landa, CEO de consultoria e tecnologia estratégica da Optimal Networks. “Só para se ter uma idéia, existe um vago interesse nesta questão, tanto que até agora nenhum empresa nos contratou para trabalhar nisso. Minha opinião é que ela estão muito atrás sobre este assunto.”
Landa atribui isto ao fato de as companhias (especialmente as B2B) terem implementado as redes sociais relativamente há pouco tempo e com os esforços voltados ao marketing, assim, não têm dado importância ao fato de não ter uma política de mídia social no local.
A ausência de regras pode gerar falta de proteção caso algo de errado aconteça. De fato, afirma Landa, as companhias devem implantar uma política de comunicação em mídias sociais pela mesma razão que implantaram a política de uso aceitável de equipamentos da empresa: “Do ponto de vista da corporação, você precisa proteger a sua companhia da possibilidade de sofrer ações judiciais, de disseminação de informações inapropriadas ou danificadas, etc.”
A política deve ser desenvolvida para prover proteção, concordam os especialistas, mas isso deve, também, ser trabalhado para encorajar funcionários a participarem das mídias sociais e orientá-los a fazer isso de forma segura e apropriada.
“A política devidamente concebida descreve o que não pode ser feito e estabelece o que deve ser feito na perspectiva legal para proteger os ativos da companhia”, avalia Jake Wengroff, diretor global de estratégias e pesquisas da Frost & Sullivan. “Mas ela também faz o oposto, que é promover, incentivar e motivar os funcionários a buscarem esses meios de comunicação. Acho que é uma peça do quebra-cabeça que muita gente não percebe.
A Frost & Sullivan concluiu recentemente uma pesquisa sobre as políticas das organizações de redes sociais. O estudo, que será publicado ainda este ano, constatou que a maioria das empresas permitem livre acesso às mídias sociais, pelo menos para alguns funcionários. O estudo também concluiu que quanto maior a empresa, maior a probabilidade de implementar algum tipo de política de rede social.
A IBM tem mais de 25 mil empregados no Twitter, cerca de 300 mil no Linkedin e quase 200 mil no Facebook. A empresa apresentou as diretrizes de computação social em 2008.
Ethan McCarty, diretor de estratégia digital e social da IBM e coautor das diretrizes de computação social para empresas, declarou que a companhia identificou desde os primeiros dias da internet a importância de encontrar o equilíbrio entre progressividade e proteção.
“Fizemos boas escolhas como empresa logo que gerenciamos a oportunidade e o risco”, afirma McCarty. “Estas ferramentas de publicação e interação se tornaram cada vez mais onipresentes, um dos motivos para este acontecimento foi que decidimos, como empresa, adotar as regras no espírito de inovação e exploração e ver o potencial que havia nelas. Uma das coisas que precisamos fazer, porém, foi dotar a empresa de algumas proteções neste espaço, além de fornecer permissões individuais aos funcionários, proteções e orientações em como fazer isso.”
As políticas de computação social da IBM (que cresceu a partir de um documento de diretrizes dos blogs) foram escritas por um grupo com cerca 250 pessoas, selecionadas pelo seu conhecimento e participações em redes sociais. McCarty disse que o documento exigiu apenas algumas semanas de trabalho e poucas alterações depois de ser vetado pelos departamentos de recursos humanos, jurídico e alguns outros.
Este é o jeito ideal de trabalhar, disse Landa, que acrescentou que a política de computação social deve ser parte integrante das regras de qualquer organização: “para mim, é algo que não leva muito tempo e é adquirida facilmente pelo departamento de recursos humanos no manual do funcionário e deve ser apenas mais uma política agregada as demais regras.”
Isso não significa dizer que a política de rede social deva ficar trancada em uma pasta qualquer, e nunca mais ser atualizada. A natureza dessas mídias exige políticas fortes e claras, porém flexíveis. McCarty classifica essas diretrizes como um “documento vivo”.
Thursday, August 11, 2011
AMCHAM - mercado brasileiro de TI será de US$ 25 bilhões em 2011
O mercado tecnologia da informação (TI) no Brasil atingirá US$ 25 bilhões em 2011, de acordo com levantamento da PricewaterhouseCoopers (PwC). Nos próximo triênio, a projeção da consultoria é de uma expansão média anual na faixa de 12% ao ano.
“É um valor que tende a aumentar cada vez mais no Brasil, principalmente devido às obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento do governo federal), aos investimentos de diversos segmentos relacionados aos eventos esportivos Copa do Mundo e Olimpíadas, e também ao próprio crescimento do País como emergente vivenciando a entrada de novas empresas que precisarão de TI para fazer negócios”, afirmou Luiz Alfredo Vieira Sales, gerente-sênior da PwC.
Outros fatores que impulsionarão a área de TI no próximo ano são o aumento da demanda das pequenas e médias empresas; o desenvolvimento do setor de consumo e de novos canais de varejo; o movimento de fusões e aquisições; e o programa do governo federal para equipar 119 mil escolas públicas com laboratórios de informática (até o momento, 27 mil foram contempladas).
Tendências
Segundo Sales, atualmente o País tem aderido rapidamente às tendências globais de ponta. “Já se foi a época em que o Brasil recebia as iniciativas de TI e inovação com atraso. O País está investindo, captando tecnologia nova para garantir a sustentabilidade de seu crescimento.”
Muitas empresas brasileiras discutem ativamente e até já empregam conceitos como cloud computing (computação em nuvem) - que se refere basicamente ao armazenamento de dados e ao acesso a programas como serviços disponibilizados por companhias que gerenciam servidores compartilhados e ligados por meio da internet - e de green it - sistemas de TI sustentáveis, ou seja, melhorias organizacionais e técnicas que visam a redução do consumo de energia, emissões de carboso e custos.
Para o consultor da PwC, um dos grandes desafios está na falta de mão de obra qualificada no setor de TI, o que inflaciona os salários, principalmente da base da operação. “As empresas estão investindo em capacitação até porque, no fundo, o foco agora é fazer negócios com serviços TI e é o capital humano que presta o atendimento”, comentou.
Papel dos CIOs
Na avaliação de Luiz Alfredo Vieira Sales, os Chief Information Officers (CIOs), ou diretores de TI das compahias, têm de assumir uma postura estratégica, sem deixar de ser táticos. “O CIO precisa se aproximar dos executivos para navegar na estratégia e no gerenciamento do outsourcing (serviços terceirizados)”, explicou.
O trabalho desenvolvido pelos CIOs deve contemplar:
• Alinhamento da estrutura de TI ao negócio, assim como sua gestão financeira e de investimentos;
• Busca por modelos de aquisição de serviços com alto valor agregado e também flexíveis;
• Gerenciamento de fornecedores e contratos;
• Gestão de pessoas e competências necessárias;
• Priorização das iniciativas com gestão de operação e demandas;
• Controle e mitigação de riscos.
“O futuro dos líderes de TI é serem os agentes transformadores dos negócios”, concluiu Sales.
Brasil é o sexto maior mercado de TI do mundo, diz estudo
O Brasil já é o sexto maior mercado de tecnologia da informação do mundo, tendo movimentado US$ 81 bilhões no ano passado, de acordo com a IDC. A cifra equivale a cerca de 4% do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas no país. As exportações do setor somaram no mesmo período US$ 2,5 bilhões.
Para o presidente da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), Antonio Gil, para tornar-se protagonista no cenário mundial, nas duas próximas décadas, o país terá de vencer alguns desafios, entre os quais a desoneração da folha de pagamentos. Gil participou na quinta-feira, 19, do 23º Fórum Nacional, no Rio de Janeiro,
"O Brasil é muito competente porque o uso de tecnologia da informação é feito com supremacia mundial em várias áreas, como indústria financeira, governo eletrônico e, inclusive, na indústria manufatureira. E o mercado, que é, hoje, de US$ 1,5 trilhão, globalmente, será de US$ 3 trilhões em 2020."
Na avaliação de Gil, novas oportunidades serão abertas para o Brasil nas áreas de saúde, educação, segurança, bancos, principalmente, devido a fatores como o crescimento do grupo de países que compõem o Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), a mudança demográfica e as novas tecnologias.
Para o empresário, deve-se reduzir o custo da folha de pagamento, treinar pelo menos 725 mil profissionais até 2020, investir em infraestrutura tecnológica e estimular a inovação. Ele enfatizou que é preciso ter uma "mentalidade de inovação, porque tudo que nós estamos usando hoje, amanhã será obsoleto".
Para 2020, a projeção da Brasscom é que o mercado interno de TI alcançará entre US$ 150 bilhões e US$ 200 bilhões, o que elevará a participação do setor no PIB entre 5,5% e 6%. As exportações deverão subir para US$ 20 bilhões. Com informações da Agência Brasil.




