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Wednesday, May 1, 2013

O que vendedores ambulantes podem ensinar aos profissionais de TI

Da caravana crescente de restaurantes itinerantes em cidades como São Francisco (CA) surgem três tendências que até mesmo grandes empresas e seus profissionais de TI devem provar



Um dos pontos mais quentes para as startups não está nos cubículos do Vale do Silício. Está nas ruas próximas. Literalmente. E com o custo de um almoço você pode ganhar o mesmo vislumbre que os altos capitalistas quando entram em tecnologias emergentes, tendências de mercado e modelos de negócio.
Estou me referindo a caminhões de alimentos – trailers que vendem refeições. A proliferação destes “restaurantes” cresce cada vez mais em cidades como São Francisco, Chicago, Austin e outras metrópoles. Ao contrário de trailers que vendem donuts e café em locais em construção ou empurram carrinhos de cachorro-quente, esses “restaurantes” são um novo conceito e recebem nomes como Le Truck, Eire Trea e JapaCurry.
Eu estou chamando sua atenção para este fenômeno não só porque eu sou um admirador de comidas. Eu tive acesso a resultados preliminares do estudo realizado por uma equipe de pesquisa de mercado com foco em explorar o fenômeno, como parte de seu trabalho sobre a rápida mudança da economia das empresas de pequeno porte. Essa mudança inclui a ascensão dos trabalhadores independentes.
Eles são Steve King e Carolyn B. Ockels, parceiros na pesquisa Emergent, que tem vindo a fornecer previsões para empresas como a Intuit, SAP e American Express. Quando começaram a descrever suas descobertas iniciais do caminhão de alimentos, tornou-se claro que há paralelos amplos e importantes a serem observados pela maioria das empresas, grandes e pequenas – e até mesmo para aqueles que trabalham na TI.
Pelo fato de o fenômeno do caminhão de alimentos ser tão novo, a evidência que o rodeia é em grande parte anedótica. Mas mesmo assim, é algo óbvio. Os pesquisadores descobriram que a cidade de São Francisco, na Califórnia, já licenciou cerca de 250 trailers, contra 20 há quatro anos. Embora o número represente uma fração de milhares de restaurantes tradicionais em diferentes cidades, isso não quer dizer que o número é insignificante. Lembre-se: este é o tipo de tendência que pode levar você a vantagem.
Com base na pesquisa, os caminhões de alimentos representam direções que, quando passaram pelo meu prisma, significam três coisas importantes para você.
1.Ênfase na despesa operacional: alguns de vocês vão reconhecer isso como um dos fatores que determinam a mudança da empresa para a nuvem e longe de possuir suas fazendas de servidores próprios. O que se aplica aos centros de dados também funciona para restaurantes: ao invés de gastar o capital em construir em um espaço fixo, o que leva mais tempo para amortizar, caminhões de alimentos também representam as vantagens financeiras mais flexíveis e mais rápidas nas deduções fiscais. A mudança reflete uma realidade ampla da economia pós-recessão. Para o futuro previsível, que a realidade afeta os planos de TI, como você procura responder a linha de negócios estratégica para agradar os clientes que procuram as mesmas vantagens.
2. Crescente importância da prototipagem: esta é outra prática pós-recessão que está ganhando força. Muitos proprietários de caminhões de alimentos querem abrir seus próprios restaurantes tradicionais. Como o capital é tão escasso – e caro – esses empresários de alimentos usam seus caminhões para cobrir as suas apostas. Em muitos casos, eles estão confiando em seus caminhões “conceitos de ensaio, bairros e receitas”, antes de comprometer-se com lojas físicas, diz King.
Da mesma forma, muitas das startups que eu encontrei, e um número crescente de empresas estabelecidas, estão dispensando a impetuosa maneira de fazer negócio “seja grande ou volte para casa”. Mesmo quando se trata de uma plataforma de tecnologia ou um lançamento de aplicação, mais e mais empresas estão validando seus esforços em pequenos passos.
3. Seja móvel, local, social: o check-in no Foursquare me faz querer amordaçar-me com uma colher. Mas quando se trata de caminhões de alimentos, esses imperativos se parecem mais com as práticas concretas de negócios a ser amplamente aplicadas ao comércio real. Caminhões de alimentos vão até os seus clientes.
Os proprietários de caminhões de alimentos tornaram-se mais experientes ao chegar aos clientes de forma viral, onde vivem, trabalham e, claro, comem. Mais do que tudo, King e Ockels notaram o aumento no apetite do público por alimentos cultivados localmente. As pessoas estão buscando conexões mais reais – em oposição ao virtual – e que tem implicações importantes sobre o modo como qualquer empresa opera em qualquer lugar.
Talvez caminhões de alimentos estão prestes a representar a forma como as empresas, de todos os tamanhos, precisam operar em mercados complexos e em rápida mudança, mesmo quando se trata de TI. Você precisa ser capaz de se mover rápido e ser flexível através de torções, curvas e gargalos para atender seus clientes onde e quando eles querem – de formas cada vez mais palatáveis.

BEL PESCE - Muito inspiradora

Dream the impossible. Make it happen with your heart and mind




Eu nasci em São Paulo, em uma família simples, mas repleta de amor. Foi somente aos 17 anos que aprendi sobre o MIT, uma das melhores universidades do mundo. Não demorou muito até o MIT se tornar o meu maior sonho. Mas esse era um sonho muito distante.
As chances estavam contra mim: apenas 100 pessoas ao redor do mundo são aceitos a cada ano. Quantos prestam MIT? Mais de 3500. E a grande maioria desses aplicantes são os melhores de seus países. Além disso, seria praticamente impossível conseguir pagar o MIT. E para dificultar as coisas um pouquinho mais, eu só descobri sobre o MIT alguns dias antes do prazo para entregar todos os documentos. O processo de aplicação é extenso e complicado. Já havia passada a data para me inscrever na prova de múltipla escolha SAT e também para ser entrevistada por um ex-aluno do MIT.
Todo mundo me falou que era muito tarde e eu devia desistir. Mas aprendi cedo que ter perseverança e dar o melhor de si pode fazer milagres. Se eu não fizesse nada, com certeza não seria aceita. Então parti para a missão de tornar o "não" em "sim". Fiz duas coisas um tanto malucas. Primeiro, descobri o endereço de um ex-aluno do MIT em São Paulo e fui bater na sua porta. Como eu não sabia o que era essa tal de entrevista, coloquei tudo que fiz na vida em uma caixa de papelão, que levei comigo para mostrar ao ex-aluno que trazia meu coração e minha vida para aquela entrevista.
Segundo, apareci nas provas do SAT e implorei por um exame, mas infelizmente as provas vinham contadas dos Estados Unidos. Pedi para esperar e ver se havia alguém que faltasse, mas me asseguraram que isso não iria acontecer. Em uma cena dramática, fiquei ali à porta, vendo as pessoas entrarem e sentarem em frente aos seus exames. Mas um assento continuou sempre vago e acabei fazendo esse exame.
O impossível aconteceu e cada uma das partes do processo deram muito certo. No dia 18 de março de 2006, eu recebi uma carta dizendo que eu havia sido aceita no MIT. Nossa, eu não acreditava. Sabia que minha vida iria virar de cabeça pra baixo depois daquilo! Mas a celebração foi rápida, pois tinha que focar em uma nova missão: como pagar o MIT?
No mesmo dia que recebi a carta de admissão, eu sai correndo para o meu colégio, o Etapa, para pedir um emprego. Eu conversei com um dos diretores, o Ed, expliquei que tinha 6 meses até começar o MIT e gostaria de trabalhar dia e noite no Etapa. O MIT era meu sonho e não o sonho dos meus pais, e então eu queria pagá-lo com meu próprio dinheiro, ao invés de enterrar meus pais em empréstimos. O Ed acabou sendo uma das pessoas que mais me ajudou nessa vida: ele concordou em me dar o emprego.
Chegando no MIT, haviam tantas coisas maravilhosas para se aprender que a minha maior prioridade era descobrir como eu podia agarrar o mundo com as mãos. Eu não queria piscar os olhos. Além disso, eu queria trabalhar todos os dias para juntar um pé de meia e conseguir pagar o MIT sem ter que incomodar os meus pais.
Eu sempre amei tecnologia e negócios, e decidi que tinha que aprender ao máximo sobre esses dois tópicos. Eu primeiro foquei em tecnologia, estudando Engenharia Elétrica e Ciências da Computação. Eu aprendi muitas coisas novas, de como desenvolver software a como design novos telefones celulares. Depois disso, resolvi estudar Matemática. Aprendi várias outras coisas, de probabilidade a algoritimos a análise.
Para colocar em prática esses aprendizados, eu trabalhei em diversas companhias. Na Microsoft, trabalhei no Windows Mobile e depois gerenciei a equipe do Touchless. Na Google, trabalhei no Google Translate, inovando os sistemas por trás do tradutor. No MIT Media Lab, fiz vários projetos de pesquisa. Para me tornar uma engenheira mais completa, focando também nas habilidades com pessoas, eu participei do MIT Gordon Engineers, um programa sensacional sobre Liderança.
Eu estava amando aprender mais e mais sobre tecnologia, mas como também sou apaixonada por negócios, comecei um diploma de Administração na MIT Sloan School. De contabilidade a operações a finanças, eu aprendi muitas coisas novas. Para aprender na prática como é o mundo de finanças, eu trabelhei em Wall Street, no Deutsche Bank. Mas ainda queria aprender mais, então comecei um diploma em Economia e aprendi muito sobre Políticas Públicas, Teoria dos Jogos e vários outros assuntos muito interessantes. E também trabalhei como consultora, analisando relatórios anuais de companhias para aprender quais estratégias estão sendo usadas para maximizar rendimentos.
Eu amei cada uma dessas experiências, mas finalmente descobri a minha maior paixão, empreendedorismo, quando participei de uma competição de planos de negócios, a MIT 100K Entrepreneurship Competition. Com alguns amigos, criei uma equipe e fizemos um projeto muito interessante que chamamos de MeshPhone. O gol era aumentar a cobertura de celulares nas áreas rurais da África. A idéia era a seguinte: todo celular tinha uma antena com um alcance de 15 kilometros e poderia falar de graça com os outros celulares. Mas aqui está o segredo: se você estivesse a 15 kilometros de mim e eu estivesse a 15 kilometros do seu amigo, você ainda poderia falar com o seu amigo de graça, roteando a ligação pelo meu telefone.
Nós montamos um protótipo, testamos em Gana e criamos um plano de distribuição. Fomos finalistas da competição e foi uma experiência sensacional. Com esse projeto, aprendi que o meu maior sonho era criar uma companhia que tocasse milhões de vidas de uma forma positiva. Além de hardware, também comecei uma companhia focada em software, What If, um website que estimula a criatividade e chama a atenção para o valor da colaboração.
Eu me formei em junho de 2010 e depois disso decidi me juntar a um programa único entre Google e MIT, no qual eu podia fazer o mestrado na Google, no Vale do Silício. Fiz metade do programa e percebi que estava vivendo uma vida dupla: durante o dia, eu programava e elaborava novas pesquisas. Durante a noite, ia a eventos sobre empreendedorismo e conhecia pessoas e projetos novos. Então o meu sonho de empreender falou mais alto. Eu conheci três funcionários da Google que tinham acabado de sair da Google para fazer a sua própria companhia, a Ooyala. Eles tinham a visão de criar um serviço inovador para vídeo online, focando em relatórios de analíticas e monetização. Eles precisavam de alguém para gerenciar Produto e me convidaram para fazer parte da equipe.
Trabalhar na Ooyala foi sensacional. A equipe era composta por algumas das pessoas mais motivadas e inteligentes que eu já conheci. Eu aprendi muito sobre como administrar e crescer uma companhia. Na época que conheci a Ooyala, haviam 20 funcionários. Quando sai, haviam mais de 200. Na Ooyala eu tive a oportunidade de ser Gerente de Produto e liderar três times de engenheiros. Além disso, eu continuei o meu mestrado no MIT e durante esses anos lancei a Tisk-Task, um organizador de tarefas voltado para comunidades.
Depois de um ano e meio na Ooyala, eu decidi que queria dedicar 100% do meu tempo a uma companhia que eu pudesse ver crescer desde o primeiro dia. Eu encontrei dois empreendedores fenomenais da América Latina e os juntei para fazer a Lemon acontecer. A Lemon ajuda as pessoas a organizaram as suas compras, colocando todos os recibos em lugar centralizado. Lançamos o produto 13 de Outubro de 2011 e o crescimento tem sido super acelerado, com mais de 1 milhão de usuários após 3 meses do lançamento.
Ao longo da minha vida, eu ouvi muitos conselhos. Eu conheci mentores que mudaram minha vida pra sempre e me ajudam muito a crescer. O meu conselho para você é para se cercar de pessoas inteligentes, motivadas e apaixonadas pelo que fazem. E daí trabalhar arduamente em algo que você ama. Não há como dar errado com essa receita.

Como aumentar o ROI de sua formação em TI


Um mestrado focado em tecnologia pode ser a chave para um emprego melhor




Embora o desemprego na Europa e Estados Unidos tenha sido uma preocupação, existe uma tendência positiva quando se avalia profissionais formados. E nessa toada, a tecnologia da informação é uma das áreas que mais acompanha essa tendência positiva como um dos campos profissionais com crescimento mais rápido, especialmente, nos EUA. Nesse sentido, a pós-graduação demonstrou aumentar as chances do profissional de garantir um emprego em TI com alto retorno sobre o investimento (ROI).
Obviamente, a situação vivenciada atualmente pelo Brasil é distinta, o desemprego está baixo e os profissionais bem qualificados estão super valorizados, ainda assim, alguns pontos dessa análise sobre o mercado de trabalho no hemisfério norte e, principalmente, o tipo de formação para melhorar o passe pode ser de grande valia, já que diversas tendências, sejam elas tecnológicas ou de formação, cedo ou tarde, acabam chegando por aqui.
O que quero dizer com alto ROI? Meus alunos expressam as três seguintes esperanças para a carreira: Eles querem um emprego que complemente seu conhecimento, habilidades e experiência; um bom salário; e um emprego seguro com uma carreira de longo prazo. Felizmente, o crescimento da indústria de TI atinge essas expectativas, como comprovam diversas estatísticas.
E se você se graduar em um campo não relacionado com a TI mas decidir entrar na indústria? E se você tiver começado sua carreira em um campo técnico, mas quiser subir na hierarquia corporativa? Fazer a pós-graduação em uma área reconhecida pelo retorno sobre o investimento é uma das melhores formas de entrar e crescer nessa indústria em constante mudança.
Abaixo, estão três dos mais bem divulgados cursos de pós-graduação focados em TI para 2013, disponíveis em algumas das melhores universidades dos EUA.
– Mestrado de Ciência em Análise de Negócio (MS-BA, da sigla em inglês)
O Harvard Business Review disse que analistas de negócios ou cientistas de dados têm “o emprego mais sexy do século 21”. As explosões do big data, da computação em nuvem e das plataformas móveis e sociais levaram à forte demanda de contratação nessas áreas. Os programas MS-BA são, geralmente, programas de mestrado acelerados (muitas vezes, com apenas nove meses de duração) que preparam o estudante para ser o melhor à frente de análises de dados, tomadas de decisão estratégicas e otimização de processo do negócio.
Cargos de analistas de negócios estão disponíveis em uma grande quantidade de empresas, incluindo empresas daFortune 500, órgãos governamentais, pequenas empresas e organizações sem fins lucrativos.
Quem deve buscar este diploma? Alunos de graduação com background quantitativo. Alunos de graduação nas áreas de ciências, tecnologia, negócios, engenharia ou matemática são os mais recomendados.
– Mestrado de Ciência em Gestão da Informação (MSIM, da sigla em inglês)
O diploma MISM prepara o estudante para cargos de gestão em um ambiente de TI. Os alunos aprendem as habilidades de negócio necessárias para ajudar uma empresa a aproveitar a TI para ganhar vantagem competitiva na economia global. Também disponível como programa online, as aulas cobrem uma variedade de pontos cruciais em gestão da informação, incluindo gestão de processo de negócio, business intelligence, sistemas corporativos, avaliação de TI e gestão de projetos. Os alunos aprendem a reconhecer e avaliar tecnologias emergentes que têm potencial de alterar, radicalmente, o mercado e a indústria de hoje.
Quem deve buscar este diploma?  Profissionais atualmente na área de TI, com dois ou mais anos de experiência, que querem dar o próximo passo na carreira técnica ou gerencial.
- MBA com dupla graduação MSIM ou especialização em Gestão da Informação
Com uma abrangente base de negócio, essas especializações oferecem o conhecimento de um MBA tradicional com foco específico em gestão da informação. Tanto o curso de dois anos quanto os programas de especialização são desenvolvidos para oferecer conhecimento sobre as dimensões estratégicas e gerenciais da TI. A especialização desenvolve habilidades em modelos corporativos, sistemas de banco de dados, comércio eletrônico, armazenamento de dados e análises de processo de negócio para criar valor de acionista. O programa prepara o aluno para ajudar a moldar organizações em um ambiente mutável, globalmente competitivo e tecnologicamente sofisticado.
Quem deve buscar este diploma? Profissionais com, ao menos, quatro anos de experiência na área, que planejem impulsionar a TI pelo cenário dos processos de negócio conforme avançam para cargos de liderança e gestão.
A necessidade da formação superior e das especializações é mais importante do que nunca para ajudar candidatos a se destacarem, se valorizarem e desenvolverem habilidades práticas que podem ser implementadas em trabalhos atuais e futuros. Meu conselho para estudantes interessados em uma formação em TI é identificar seu atual conjunto de habilidades e pontos fortes, e o tipo de papel que querem desempenhar ou de empresa em que querem trabalhar. Eles devem, então, optar por um programa que seja inovador na abordagem das mais recentes tecnologias da indústria e nas habilidades que os alunos precisam pra serem competitivos na força de trabalho.

Monday, February 4, 2013

Feliz 2013

Que todos vocês sejam muito bem vindos meus amigos. E que nesse novo semestre possamos juntos trocar ainda mais experiências e agregar valor à nossa formação. É uma alegria e uma honra fazer parte do processo de aprendizagem e do progresso ao seu lado.
Um investimento em conhecimento sempre é o melhor investimento. Feliz 2013.

Friday, July 20, 2012

Friendship for ever

A Amizade, para ser perfeita, precisa ser estruturada dentro das seguintes virtudes:

Confiança: É a base da Amizade. Um amigo que não confia no outro não pode ser considerado amigo; 
Lealdade: Fundamental entre dois amigos. A deslealdade pode destruir qualquer Amizade; 
Coragem: A partir do momento que adquirimos uma grande Amizade, devemos lembrar que num perigo ou ameaça contra um amigo não podemos abandoná-lo. A covardia não combina com a Amizade; 
Honestidade: Devemos ser honestos não só em todos nossos atos, mas também com todos nossos amigos. E para sermos honestos com os outros, devemos primeiro ser com nós mesmos.


Aprendendo um pouco mais com esses animais ... rs


Sempre ao seu lado

Marley e Eu

Sunday, April 29, 2012

Lançamento Oficial do Livro Tecnologia para Mortais Comuns em 11/Mai/12

Convite Digital


Informações gerais para a Noite de Autógrafos [lembrando que a aquisição de um exemplar não será efetuado fisicamente no dia 11/Mai e sim previamente pelo link: http://bit.ly/wYwMM3]



Monday, January 16, 2012

LANÇAMENTO VIRTUAL DE LIVRO SOBRE TECNOLOGIA

O livro TECNOLOGIA PARA MORTAIS COMUNS, baseado em mais de quarenta artigos e posts deste endereço ao longo de seis anos de docência e vinte anos de experiência em gestão tecnológica; além de entrevistas com familiares, amigos, colegas e concorrentes, a fim de atender a real necessidade de informação digital das pessoas, estudando suas atribuladas vidas, onde realmente sentem dificuldades na adaptação frente ao dinamismo da tecnologia. A computação pessoal, a telefonia celular, a computação em tablet e a edição digital junto à todas as outras ações em prol da mobilidade veio pra ficar. Numa época em que as sociedades de todo o mundo tentam construir uma economia da era digital, precisamos nos inserir urgentemente e usufruir intensamente dos benefícios que temos direito. Que tal se esse processo for natural e bem humorado?


O livro foi escrito em 2011 e publicado em meados de 2012, portanto já está um bocado velho [risos]. Alguns aspectos técnicos e profissionais ainda se mantém. Outros, felizmente, mudaram bastante. Não tenho dúvidas que em alguns pontos fui superficial demais; e há outras que estão ultrapassados.


Na minha opinião, livros têm a mesma função das obras de arte: estimular a discussão e a reflexão. Não devem ser considerados fontes de saber ou beleza, mas elementos vivos que promovam dentro das cabeças das pessoas verdadeiras revoluções na forma de se pensar e encarar o mundo - essa, sim, uma belíssima e indiscutível habilidade humana.


Este livro pretende estimular a curiosidade e fazer com que você não aceite o que vê na web como definitivo, muito pelo contrário. Ele trata de inúmeros assuntos tecnológicos em geral. Não é um livro de técnicas, é um manual de questionamentos. Também tomei a liberdade de colocar aqui alguns artigos de que gostei muito e que acho importantes para ilustrar alguns conceitos; e um case do qual me orgulho muito ...


O resultado de tudo isso é um livro bem bacana, pelo menos na minha modesta opinião. Se este é seu primeiro contacto comigo, espero que se divirta. Para quem já me conhece, você pode bem ver, eu não mudei desde uma remota época. Mas minha voz e meus cabelos, quaaanta diferença ...


Assim como você tem muitas opções para usar a TI, tem também muitas opções para ler este livro. Não é necessário que comece na primeira página e continue até o final. Se sua intenção é começar do básico, desmistificando alguns conceitos, siglas, como conhecer os componentes de um PC e para aqueles que buscam dicas corporativas: escolher um que dê certo para a sua empresa, comece mesmo no início [risos]. Ou, se um assunto em especial chamar sua atenção (como construir um ótimo site, por exemplo), você pode pular para a frente.


Vale à pena checar hein:

EXPERIMENTE CLICAR .. RS


Abraços e boa leitura.

Friday, November 18, 2011

10 tendências de aplicativos de negócios para tablets

Em simpósio na Austrália, analista do Gartner faz análise do mercado de mobilidade e identifica as principais tendências de aplicativos

Aplicações para tablets estão deixando de ser uma ferramenta de produtividade pessoal para, cada vez mais, ganhar o mundo corporativo, com aplicativos gerenciáveis e seguros que colaboram com iniciativas empresariais. Esta foi a afirmação de David Willis, vice-presidente e analista do Gartner, durante Gartner Symposium ITxpo 2011, realizado em Gold Coast, na Austrália.

Willis relembrou que as aplicações comerciais nas diversas lojas de aplicativos foram desenvolvidos com base em ferramentas de produtividade pessoal, os quais eram baratos e os usuários podiam testá-los livremente. Em comunicado, o VP afirmou que, hoje, os grandes fornecedores de softwares levam o tablet a sério. Para ele, na medida em que os tablets se tornam mais comuns, fornecedores de ERP, CRM, entre outras soluções, pensam em vender tablets com versões dos seus aplicativos.

Ainda segundo o Gartner, a média mundial de vendas de tablets para usuários finais será de 63,6 milhões de unidades em 2011, o que representa aumento de 261.4% em relação a 2010, quando foram comercializadas 17,6 milhões de unidades. O estudo também concluiu que as vendas vão continuar apresentando forte crescimento, podendo alcançar a marca de 326,3 milhões de unidades até 2015. Willis prevê que, em 2016, mais de 900 milhões de tablets estarão nas mãos dos usuários. Com o aumento das vendas, os consumidores tendem a levá-los ao local de trabalho e usá-los em suas tarefas. Este movimento, muitas vezes, é liderado pelos próprios executivos que preferem usar tablets para distribuição de material em reuniões de diretoria, por exemplo. Porém, outras áreas como vendas, marketing e saúde usam essas ferramentas no seu dia a dia.

As vendas de tablets e smathphones vai serão 44% maior do que o mercado de PCs em 2011, segundo previsões do Gartner. Até o fim de 2014, a base instalada de dispositivos baseados em sistemas como iOS, Android e Windows 8 deverá exceder o total de todos os sistemas pensados em PC.

Segundo dados do Gartner, as 10 principais categorias de aplicações de negócio para dispositivos móveis são:

1. Automação do sistema de vendas para efeito de garantia aos consumidores, apresentação de vendas e sistemas de encomenda

2. Inteligência de negócio: aplicação analítica e de desempenho com painéis de gerenciamento

3. E-mails contentores para separar mensagens corporativas dos ambientes de e-mail pessoal

4. Aplicativos de colaboração para reuniões

5. Utilitários para compartilhamento de documentos e distribuição de documentos

6. Aplicações corporativas gerais e aplicações governamentais para CRM, ERP, SCM e mensagens

7. Sistemas de suporte hospitalar para médicos, enfermeiros e fisioterapeutas

8. Agentes de hospedagem de desktop virtual para oferecer seguro de operações remotas de aplicações em desktops tradicionais e outros ambientes

9. Aplicativos de rede social com inteligência de negócio

10. Livros de bordo para assegurar documentos e relatórios de distribuição

Willis avalia que existem ‘progressos rápidos’ altamente visíveis para tablets, tais como livros de bordo e automação de venda, os quais os CIOs podem usar para abrir novos caminhos. Ele frisa, no entanto, que nem todos os aplicativos para tablets são criados iguais do ponto de vista empresarial, neste caso, as empresas devem avaliar as funcionalidades e processos de integração de negócios e de sistemas, arquitetura de segurança, entre outros.

Monday, October 24, 2011

Peça que critica Steve Jobs mantém estréia


Apple has lost a visionary and creative genius, and the world has lost an amazing human being. Those of us who have been fortunate enough to know and work with Steve have lost a dear friend and an inspiring mentor. Steve leaves behind a company that only he could have built, and his spirit will forever be the foundation of Apple.

A Apple perdeu um visionário e gênio criativo, e o mundo perdeu um ser humano incrível. Aqueles de nós que tiveram sorte o bastante para conhecer e trabalhar com Steve perderam um amigo querido e um mentor inspirador. Steve deixa para trás uma empresa que só ele poderia ter construído e seu espírito sempre será a base da Apple.

A estreia de um monólogo em tom crítico sobre a figura e a influência do fundador da Apple, Steve Jobs, num teatro de Nova York, foi confirmada para o dia 17 de outubro, mesmo após a morte do criador do iPod.


Antes disso, porém, o espetáculo Agonia e Êxtase de Steve Jobs terá uma pré-estreia na próxima terça-feira. A peça será encenada no The Public Theater. O monólogo é “um relato hilário e angustiante, cheio de beleza, luxúria e orgulho” sobre Jobs, a paixão do público pelos dispositivos que criava e o custo humano de produzi-los, disse o único intérprete da obra, Mike Daisey.

O ator explicou que o espetáculo conta como o criador da Apple e suas obsessões influíram na vida das pessoas. Daisey chegou a ir à China para investigar as condições das fábricas nas quais milhares de pessoas trabalham para produzir aparelhos como iPod, iPhone e iPad.


O protagonista afirmou que o espetáculo é uma oportunidade para se conhecer o lado escuro da relação entre Jobs, seus produtos, os consumidores e o mercado de trabalho na China. “A morte dele afetou muitos de nós de forma muito íntima ” disse Daisey. Já o diretor artístico da obra, Oskar Eustakis, lembrou que o fundador da Apple “teve um impacto enorme sobre nossas vidas”.

“Chegou a hora de contemplar esse mundo, seus valores e costumes, e decidir que partes de seu legado devemos conservar e quais rejeitar”, disse Eustakis.


Wednesday, September 28, 2011

Tablets: para onde eles vão nos levar?

Enquanto as empresas e gestores de TI tentam encontrar uma brecha para a mobilidade nas suas políticas de segurança, o seu usuário já descobriu sua necessidade pelo consumo de informações


Já não é mais novidade que eles chegaram para ficar. Nos últimos meses, uma explosão de notícias sobre o produto só confirmou aquilo que todos desconfiavam: o mercado de tablets não é apenas promissor, mas está crescendo de maneira exponencial. O mundo aderiu e se adaptou tão rapidamente a este novo conceito de produto, que não teve tempo para questionar as mudanças que ele traria, e muito menos se preparar para uma transição. Bem vindo à Era Virtual.

E a Era Virtual não se caracteriza apenas pelo surgimento de novos equipamentos, mas também representa um mundo cada vez mais móvel, mais conectado e faminto pelo consumo de informações. As mudanças da indústria da computação, cada vez mais evidentes, são reflexo de uma geração que nasceu, cresceu e convive com a tecnologia.

A tecnologia da era virtual é movida pelas necessidades dessa geração de jovens, que irá mesclar, cada vez mais, sua vida pessoal e profissional por meio do acesso incondicional de dados e informações de qualquer lugar, a qualquer hora e de qualquer equipamento.Alguns especialistas acreditam que até 2021 teremos mais de 10 bilhões de equipamentos móveis espalhados pelo mundo – é o futuro da mobilidade cada vez mais próximo. Avançamos nesse cenário com o crescimento surpreendente das mídias sociais. De acordo com uma pesquisa publicada pela Nielsen, os usuários em todo o mundo passam cerca de 22% do seu tempo em mídias sociais e blogs, 66% mais tempo do que tínhamos há um ano. Só nos Estados Unidos, os usuários do Facebook gastam 29% do seu tempo livre no site. Hoje, opiniões e comentários postados na web já influenciam de 20% a 50% das decisões de compra de um usuário.

Mas até onde vai a Era Virtual? Estamos preparados para ela? É nesse ponto que acrescentamos uma pitada de complexidade a essa equação. Um dos principais pilares da Era Virtual é a conectividade, mas ela não existe sem conteúdo. Os notebooks, smartphones e, mais recentemente, os tablets só despertaram nos usuários uma necessidade eminente que até então estava adormecida: a de consumir informações. O equipamento é apenas o meio, mas não o fim.

Todas essas transformações, o surgimento de novos equipamentos, a conectividade, a mobilidade e o desejo pelo consumo de informações nos guiarão até a plenitude da Era Virtual: a experiência unificada do usuário. E este é mais um paradigma na história da tecnologia que vamos encarar de frente nos próximos anos.

Após uma pesquisa com algumas empresas, o Gartner apontou que 33% dos colaboradores usavam seus equipamentos pessoais durante o expediente para acessar redes sociais como o Facebook. Hoje 56% das empresas ainda proibem o acesso de seus colaboradores a sites que não sejam inerentes ao negócio e 63% proibem o armazenamento de dados pessoais nos equipamentos corporativos. Enquanto as empresas e gestores de TI tentam encontrar uma brecha para a mobilidade nas suas políticas de segurança, o seu usuário já descobriu sua necessidade pelo consumo de informações, já comprou seu tablet em uma das viagens de negócios que fez no último mês e já constatou que sua produtividade aumentou cerca de 30%. E mesmo sem ter encontrado a brecha para a mobilidade, empresas e gestores de TI se desdobram, neste exato momento, para oferecer a este usuário uma experiência unificada.

Os tablets apenas impulsionaram uma corrida pela adequação. Usuários e empresas buscam respostas, alternativas e soluções para se adaptar a realidade dessa nova era. A invasão dos tablets pessoais nas empresas apenas disparou o sinal vermelho, alertando gestores que mudanças precisam acontecer e o mais breve possível. É preciso saber como gerenciar estes equipamentos, como ativá-los, como controlar o acesso, como suportar eventuais problemas, como garantir segurança aos dados, como adaptar a infraestrutura para um sistema operacional novo, como integrá-lo aos sistemas e aplicativos já existentes, como controlar os custos com conectividade e como implementar uma solução viável.

Segundo o Gartner, até 2013, mais de 80% das empresas terão que suportar uma força de vendas que utilizará tablets e, até 2014, mais de mil empresas, hoje listadas na Fortune, irão falhar na implementação de uma estratégia de mobilidade clara e eficiente, investindo mais do que o necessário.

O tema do TCC da minha esposa será: “A Educação e a Tecnologia”. Num estudo superficial checamos quantos aplicativos já estão focados para atender essa demanda. Realmente, nesse sentido, o tablet auxiliará de forma acentuada. Um forte abraço a todos

Friday, August 12, 2011

Por que a sua empresa precisa de uma política de rede social?

A criação de regras pode ser a chave para encontrar o equilíbrio entre bloquear a rede social completamente ou liberar o acesso aos funcionários


A rede social tem sido amplamente adotada por todos os tipos de organizações para aumentar habilidades de colaboração e reconhecimento da marca, bem como para reduzir os custos. O que não tem sido amplamente desenvolvido é a política necessária em torno do uso das redes sociais no local de trabalho.

“Não tenho ouvido sobre isso, disse Heinan Landa, CEO de consultoria e tecnologia estratégica da Optimal Networks. “Só para se ter uma idéia, existe um vago interesse nesta questão, tanto que até agora nenhum empresa nos contratou para trabalhar nisso. Minha opinião é que ela estão muito atrás sobre este assunto.”

Landa atribui isto ao fato de as companhias (especialmente as B2B) terem implementado as redes sociais relativamente há pouco tempo e com os esforços voltados ao marketing, assim, não têm dado importância ao fato de não ter uma política de mídia social no local.

A ausência de regras pode gerar falta de proteção caso algo de errado aconteça. De fato, afirma Landa, as companhias devem implantar uma política de comunicação em mídias sociais pela mesma razão que implantaram a política de uso aceitável de equipamentos da empresa: “Do ponto de vista da corporação, você precisa proteger a sua companhia da possibilidade de sofrer ações judiciais, de disseminação de informações inapropriadas ou danificadas, etc.”

A política deve ser desenvolvida para prover proteção, concordam os especialistas, mas isso deve, também, ser trabalhado para encorajar funcionários a participarem das mídias sociais e orientá-los a fazer isso de forma segura e apropriada.

“A política devidamente concebida descreve o que não pode ser feito e estabelece o que deve ser feito na perspectiva legal para proteger os ativos da companhia”, avalia Jake Wengroff, diretor global de estratégias e pesquisas da Frost & Sullivan. “Mas ela também faz o oposto, que é promover, incentivar e motivar os funcionários a buscarem esses meios de comunicação. Acho que é uma peça do quebra-cabeça que muita gente não percebe.

A Frost & Sullivan concluiu recentemente uma pesquisa sobre as políticas das organizações de redes sociais. O estudo, que será publicado ainda este ano, constatou que a maioria das empresas permitem livre acesso às mídias sociais, pelo menos para alguns funcionários. O estudo também concluiu que quanto maior a empresa, maior a probabilidade de implementar algum tipo de política de rede social.

A IBM tem mais de 25 mil empregados no Twitter, cerca de 300 mil no Linkedin e quase 200 mil no Facebook. A empresa apresentou as diretrizes de computação social em 2008.

Ethan McCarty, diretor de estratégia digital e social da IBM e coautor das diretrizes de computação social para empresas, declarou que a companhia identificou desde os primeiros dias da internet a importância de encontrar o equilíbrio entre progressividade e proteção.

“Fizemos boas escolhas como empresa logo que gerenciamos a oportunidade e o risco”, afirma McCarty. “Estas ferramentas de publicação e interação se tornaram cada vez mais onipresentes, um dos motivos para este acontecimento foi que decidimos, como empresa, adotar as regras no espírito de inovação e exploração e ver o potencial que havia nelas. Uma das coisas que precisamos fazer, porém, foi dotar a empresa de algumas proteções neste espaço, além de fornecer permissões individuais aos funcionários, proteções e orientações em como fazer isso.”

As políticas de computação social da IBM (que cresceu a partir de um documento de diretrizes dos blogs) foram escritas por um grupo com cerca 250 pessoas, selecionadas pelo seu conhecimento e participações em redes sociais. McCarty disse que o documento exigiu apenas algumas semanas de trabalho e poucas alterações depois de ser vetado pelos departamentos de recursos humanos, jurídico e alguns outros.

Este é o jeito ideal de trabalhar, disse Landa, que acrescentou que a política de computação social deve ser parte integrante das regras de qualquer organização: “para mim, é algo que não leva muito tempo e é adquirida facilmente pelo departamento de recursos humanos no manual do funcionário e deve ser apenas mais uma política agregada as demais regras.”

Isso não significa dizer que a política de rede social deva ficar trancada em uma pasta qualquer, e nunca mais ser atualizada. A natureza dessas mídias exige políticas fortes e claras, porém flexíveis. McCarty classifica essas diretrizes como um “documento vivo”.

Thursday, August 11, 2011

AMCHAM - mercado brasileiro de TI será de US$ 25 bilhões em 2011

O mercado tecnologia da informação (TI) no Brasil atingirá US$ 25 bilhões em 2011, de acordo com levantamento da PricewaterhouseCoopers (PwC). Nos próximo triênio, a projeção da consultoria é de uma expansão média anual na faixa de 12% ao ano.

“É um valor que tende a aumentar cada vez mais no Brasil, principalmente devido às obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento do governo federal), aos investimentos de diversos segmentos relacionados aos eventos esportivos Copa do Mundo e Olimpíadas, e também ao próprio crescimento do País como emergente vivenciando a entrada de novas empresas que precisarão de TI para fazer negócios”, afirmou Luiz Alfredo Vieira Sales, gerente-sênior da PwC.

Outros fatores que impulsionarão a área de TI no próximo ano são o aumento da demanda das pequenas e médias empresas; o desenvolvimento do setor de consumo e de novos canais de varejo; o movimento de fusões e aquisições; e o programa do governo federal para equipar 119 mil escolas públicas com laboratórios de informática (até o momento, 27 mil foram contempladas).

Tendências

Segundo Sales, atualmente o País tem aderido rapidamente às tendências globais de ponta. “Já se foi a época em que o Brasil recebia as iniciativas de TI e inovação com atraso. O País está investindo, captando tecnologia nova para garantir a sustentabilidade de seu crescimento.”

Muitas empresas brasileiras discutem ativamente e até já empregam conceitos como cloud computing (computação em nuvem) - que se refere basicamente ao armazenamento de dados e ao acesso a programas como serviços disponibilizados por companhias que gerenciam servidores compartilhados e ligados por meio da internet - e de green it - sistemas de TI sustentáveis, ou seja, melhorias organizacionais e técnicas que visam a redução do consumo de energia, emissões de carboso e custos.

Para o consultor da PwC, um dos grandes desafios está na falta de mão de obra qualificada no setor de TI, o que inflaciona os salários, principalmente da base da operação. “As empresas estão investindo em capacitação até porque, no fundo, o foco agora é fazer negócios com serviços TI e é o capital humano que presta o atendimento”, comentou.

Papel dos CIOs

Na avaliação de Luiz Alfredo Vieira Sales, os Chief Information Officers (CIOs), ou diretores de TI das compahias, têm de assumir uma postura estratégica, sem deixar de ser táticos. “O CIO precisa se aproximar dos executivos para navegar na estratégia e no gerenciamento do outsourcing (serviços terceirizados)”, explicou.

O trabalho desenvolvido pelos CIOs deve contemplar:

• Alinhamento da estrutura de TI ao negócio, assim como sua gestão financeira e de investimentos;
• Busca por modelos de aquisição de serviços com alto valor agregado e também flexíveis;
• Gerenciamento de fornecedores e contratos;
• Gestão de pessoas e competências necessárias;
• Priorização das iniciativas com gestão de operação e demandas;
• Controle e mitigação de riscos.

“O futuro dos líderes de TI é serem os agentes transformadores dos negócios”, concluiu Sales.


Brasil é o sexto maior mercado de TI do mundo, diz estudo

O Brasil já é o sexto maior mercado de tecnologia da informação do mundo, tendo movimentado US$ 81 bilhões no ano passado, de acordo com a IDC. A cifra equivale a cerca de 4% do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas no país. As exportações do setor somaram no mesmo período US$ 2,5 bilhões.

Para o presidente da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), Antonio Gil, para tornar-se protagonista no cenário mundial, nas duas próximas décadas, o país terá de vencer alguns desafios, entre os quais a desoneração da folha de pagamentos. Gil participou na quinta-feira, 19, do 23º Fórum Nacional, no Rio de Janeiro,

"O Brasil é muito competente porque o uso de tecnologia da informação é feito com supremacia mundial em várias áreas, como indústria financeira, governo eletrônico e, inclusive, na indústria manufatureira. E o mercado, que é, hoje, de US$ 1,5 trilhão, globalmente, será de US$ 3 trilhões em 2020."

Na avaliação de Gil, novas oportunidades serão abertas para o Brasil nas áreas de saúde, educação, segurança, bancos, principalmente, devido a fatores como o crescimento do grupo de países que compõem o Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), a mudança demográfica e as novas tecnologias.

Para o empresário, deve-se reduzir o custo da folha de pagamento, treinar pelo menos 725 mil profissionais até 2020, investir em infraestrutura tecnológica e estimular a inovação. Ele enfatizou que é preciso ter uma "mentalidade de inovação, porque tudo que nós estamos usando hoje, amanhã será obsoleto".

Para 2020, a projeção da Brasscom é que o mercado interno de TI alcançará entre US$ 150 bilhões e US$ 200 bilhões, o que elevará a participação do setor no PIB entre 5,5% e 6%. As exportações deverão subir para US$ 20 bilhões. Com informações da Agência Brasil.